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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Coluna: Dia da Instituição do Casamento Civil no Brasil

Postado por Iza Zilli Manchetes, Saúde e Bem estar quarta-feira, janeiro 26th, 2011

Por Sheila Rigler

O casamento é considerado muito importante por muitos povos, por formalizar a mais antiga das instituições, a família. Durante muito tempo cada cultura realizou esta união de uma maneira diferente, de acordo com as suas crenças e costumes. Alguns relatos interessantes são feitos pela autora Elizabeth Gilbert na obra “Comprometida”. Neste livro, ela fala sobre várias tradições antigas para oficializar a união de casais.

Um dos destaques na história do casamento é que ele não surgiu por nenhuma religião. Mas, depois de algum tempo, a igreja começou a interferir nas regras e necessidades para a realização dos casamentos. Por muito tempo, a igreja foi a única com autoridade para marcar a celebração, as formalidades e a validade do matrimônio. Mas, nem todas as pessoas eram ligadas a religião e muitas desejavam uma forma de oficializar o casamento sem a interferência da igreja.

No Brasil, a instituição do casamento civil foi realizada no dia 24 de janeiro de 1890, pelo então presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca. Pode ser uma data pouco significativa para algumas pessoas, mas com certeza é um momento importante da história para muitos casais que foram beneficiados pela possibilidade de formalizar a sua união sem a obrigatoriedade de ceder a algumas tradições religiosas.

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Coluna: Casamento não deixa de ser uma empresa familiar

Postado por Iza Zilli Manchetes, Saúde e Bem estar terça-feira, fevereiro 22nd, 2011

Por Sheila Rigler

Analisando de maneira prática e não tão romântica é possível dizer que um relacionamento amoroso, pode ser comparado a uma empresa, na qual os dois precisam saber como agir e como aplicar os recursos para obter melhores resultados.

Podemos começar com a teoria do economista inglês David Ricardo. Segundo ele, as tarefas não devem ser desenvolvidas igualmente por todos, mas cada um deve assumir aquelas nas quais é melhor. Nas empresas, as tarefas são direcionadas para os membros de uma equipe de acordo com as suas aptidões e conhecimentos. Mas em casa a falta deste tipo de organização geralmente causa discussões banais, como por exemplo, quem tem que lavar a louça, levar os filhos para a escola ou o carro até a oficina. Dividir as atividades de maneira igual entre os dois, não resolve o problema e só causa ressentimentos, o ideal é dividir de maneira a explorar as melhores características de cada um. É claro que nesta divisão, você ou seu companheiro podem ficar sobrecarregados. Neste caso, nada melhor do que uma surpresa para sair da rotina e evitar desgastes na relação.

Outra questão fundamental é o planejamento. Quando estamos trabalhando sempre avaliamos as consequências que nossas ações podem ter a curto e longo prazo, mas no relacionamento esta regra básica dificilmente é utilizada. Quando você deixa de cuidar da aparência e fica adiando conversas ou saídas com o companheiro, precisa pensar que estas ações terão consequências que podem ser graves para o relacionamento, como o distanciamento e até futuras traições.

Já ouviu algum economista falando sobre a importância de evitar a bolha? Este termo está relacionado ao fato de que um cenário perfeito pode ser abalado e até destruído por imprevistos. No relacionamento a situação é a mesma. É fundamental estar atento a acontecimentos não planejados, como doença, problemas financeiros ou até mesmo uma gravidez indesejada. Faça uma avaliação do relacionamento a cada seis meses e lembre que todos estão sujeitos a imprevistos.

Muitas pessoas ainda acreditam que amor e negócios são assuntos distintos que não devem ser misturados. Porém, aplicar algumas regras de economia ao relacionamento pode ajudar a evitar problemas e fortalecer um amor verdadeiro.

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Coluna: As pernas curtas da mentira

Postado por Iza Zilli Manchetes, Saúde e Bem estar quinta-feira, fevereiro 3rd, 2011 Sheila Rigler

Desde pequenos ouvimos de nossos pais que mentir é feio. Mesmo assim, a mentira faz parte da vida das pessoas e viver sem este hábito parece tão difícil quanto ficar sem respirar. As pessoas mentem porque tem medo da reação que a verdade pode causar, para agradar alguém ou para levar vantagem em determinada situação. Não gostamos que nos contem mentiras, mas em muitas situações quando somos apresentados à verdade reagimos de forma agressiva, podendo até, interromper relacionamentos.

E quando as mentiras são entre casais, muita coisa está em jogo e até mesmo a estrutura de uma família pode ser abalada. Neste caso, para manter um casamento, algumas mentiras são consideradas necessárias por algumas pessoas. Uma pesquisa realizada no Reino Unido mostra que oito em cada dez mulheres tiram as etiquetas com preços das roupas e acessórios para esconder o custo dos namorados e maridos.

Mas as mentirinhas delas não param nesta atitude. A pesquisa mostra que elas mentem pelo menos uma vez por mês para esconder os seus momentos consumistas. Entre as três mil entrevistadas para este estudo, um quarto esconde as peças no armário e pouco mais da metade afirma “não é nova, faz tempo que tenho”, enquanto 17% dizem que é um presente que compraram para outra pessoa. Para 48% das participantes é fácil evitar o interrogatório do companheiro em relação às compras.

A principio as mentiras podem parecer sem importância, mas em alguns casos podem levar ao final de um casamento ou gerar brigas constantes com o companheiro. Afinal, eles já dizem que elas são muito consumistas e agora podem utilizar a seu favor as informações de uma pesquisa realizada pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito, de São Paulo, que mostra que 52% das mulheres estão endividadas, contra 48% dos homens. Poderia ser motivo para muitos comemorarem e falarem que tinham razão, mas quando as contas sobram para eles, o relacionamento pode ficar ameaçado.

Para evitar problemas, recomendo que você não seja agressivo quando alguém contar a verdade sobre alguma situação. Podemos observar o exemplo das mulheres que começam a mentir para o marido em relação às compras porque consideram uma decepção um olhar masculino de desaprovação. Não é necessário concordar com tudo, mas saber encarar a verdade para evitar que mentiras “inocentes” se transformem em grandes problemas.

Por Sheila Rigler

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PARCEIROS DO EMAGRECER COM SAÚDE